OVNIS na Antarctica

I – A SOCIEDADE SECRETA VRIL – GESELLSHAFT

Terminada a Primeira Guerra Mundial, que teve lugar entre 1914 e 1918, assinado o Tratado de Versalhes que definia as fronteiras dos países europeus, nomeadamente os territórios alemães e da Prússia Oriental, proibida que foi à Alemanha de possuir forças armadas, as Sociedades Secretas começaram a eclodir um pouco por todo o país… e assim, esta história começa no ano de 1919, quando um alemão de nome Kaspar Haushofer funda uma sociedade secreta (paralela à sociedade secreta THULE-GESELLSCHAFT, que actuava apenas a nínel politico-económico) designada por BRUDER DES LICHTS (os irmãos da luz), cuja designação foi alterada nesse mesmo ano paraVRIL-GESELLSHAFTVRIL-GESELLSHAFT cujo objectivo essencial era o de estabelecer uma relação entre as observações de OVNI’s que vinham sendo registadas desde a idade média, no centro-norte da Europa, e as antigas civilizações da Mesopotanea. Uma vez que os membros dessa sociedade secreta estavam convencidos que os povos daquela região eram descendentes de extraterrestres (oriundos do sistema solar de Aldebaran, cujos habitantes teriam iniciado a colonização do Universo há 500.000 anos, e atingido o nosso sistema há poucos milhares, aterrando na região da Mesopotânea, onde constituíram uma “casta superior”), nos finais daquele ano de 1919, a VRIL contactou uma médium, famosa na época, chamada Maria Orsic, para que com eles trabalhasse no intuito de apoia-los na investigação da existência de vida extraterrestre. Ainda, segundo documentos capturados pelos aliados após a tomada de Berlim em 1945, a “medium” tería “recebido mensagens telepáticas (?) de origem extraterrestre” nas quais era-lhe descrito como construir uma máquina voadora para poder atingir o “outro lado”, com o auxílio de “uma tecnologia divina”. Três anos mais tarde, a sociedade VRIL, com o apoio do Dr. W. SCHUMANN, professor da Universidade Técnica de Munique, iniciou a construção da dita “máquina voadora”. No Verão de 1922 a “estranha máquina” parecia estar pronta. Era um objecto em forma de disco, com de 6 metros de diâmetro, um “torreão” com 2 metros de altura, e que funcionava através da criação de campos electromagnéticos. Ao certo, não se sabe se aquela “geringonça” funcionou; o que se sabe é que, pouco depois, foi desmantelada. Patente da Junkers, de uma estranha máquina voadora, datada de 1910 Nas imagens acima, vemos o esboços daquilo que a sociedade VRIL idealizava como sendo a máquina para viajar para”o outro lado” Na foto anterior, vemos um pequeno protótipo construído em 1922 pela sociedade VRIL.

-  II -

RFZ 2

Em Junho de 1934 VICTOR SCHAUBERGER foi convidado por Hitler e outros elementos da VRIL, para trabalhar naquela sociedade secreta, por forma a poder desenvolver uma máquina voadora que pudesse ultrapassar os limites do sistema solar.

Chamo a atenção para o facto de que na sua obra literária “The Spear of Destiny” (“Traçar o Destino”) TREVOR RAVENSCROFT, que anos mais tarde foi conselheiro do Primeiro Ministro inglês WINSTON CHURCHILL, descrever que “…aos vinte anos, Hitler já era um ferveroso adepto do ocultismo e do misticismo, tentando atingir através de drogas estados de consciência superiores…(sic)”; há que ter, ainda, em consideração neste breve parêntesis que, naquela sociedade secreta, Hitler criou um corpo especial designado por SS “SCHWARZE SONNE” (Sol negro) do qual partiam emissários para o Tibete, com alguma frequência e cujo o objectivo primordial era o de conhecerem as técnicas da meditação para comunicação com entidades extraterrestres. Este facto veio a confirmar-se quando soldados Soviéticos encontraram em Berlim, em 25 de Abril de 1945, os corpos de 6 monges Tibetanos dispostos em círculo.

Encerrado este pequeno parentesis, retomemos.  VICTOR SCHAUBERGER juntamente com o Dr. SCHUMANN,  já anteriormente referido, conseguiram, nos finais daquele ano de 1934, terminar a construção de um novo objecto em forma de disco a que designaram por RFZ 2, cujo princípio de funcionamento era idêntico ao anteriormente testado, mas mais aperfeiçoado. Utilizando um propulsor VRIL   (conhecido também por SSM-L, isto é Schumann SM-Levitator) a máquina, com 5 metros de diâmetro, gerava um campo electromagnético que fazia com que se deslocasse facilmente, alternando de côr cada vez que a velocidade oscilava.

VRILa41.jpg (6526 bytes)Troço do esboço doRFZ 2

 

VRILa15.jpg (4584 bytes)   VRILa16.jpg (4798 bytes)rfz1a.jpg (3358 bytes)

Imagens dos protótiposRFZ

No entando, esta máquina voadora, pilotada sempre pela mesma pessoa, LUTHER VEITZ, parecia ser pouco fiável, na medida em que, durante os testes, despenhou-se inúmeras vezes.

VRILa34.jpg (4266 bytes)RFZ 2 em voo de ensaio

Mas, apesar dos percalsos nas deficiências encontradas durante a construção do RFZ 2, este evoluiu para o modelo designado por VRIL-1

Projeto_VRIL1c80.jpg (18044 bytes)

E o acaso (seria mesmo o acaso ?) iria alterar o curso do fabrico daquele tipo de máquina voadora…

-  III  -

OVNIS NA FLORESTA NEGRA EM 1936 E EM GDYNIA 1937…

Com efeito, em 1936 desceu na região alemã da Floresta Negra, um Objecto Voador Não Identificado, de origem não terrestre, tripulado, que aparentemente apresentava uma avaria. À sua aterragem estiveram (estranhamente) presentes altas individualidades da VRIL, nomeadamente  RUDOLF  HESS (braço direito de Hitler), GOERING (Chefe do Estado Maior da Força Aérea Alemã),  RUDOLF STEINER (também braço direito de Hitler e fundador do ensino antroposofico), e HEINRICH HIMMLER (chefe das SS).

Não se sabe ao certo o que se passou, mas o facto é que a partir desse momento o projecto de investigação da máquina voadora anti-gravitacional sofreu um forte impulso.

No anoseguinte isto é, Verão de 1937, caíu na região alemã de GDYNIA, (hoje território da Polónia) um Objecto Voador Não Identificado, de configuração esférica. O curioso é que o local do impacto deste estranho objecto, não era nem  mais nem menos do que um terreno pertencente à família de EVA BRAUN, que mais tarde viria a casar-se com Hitler. De imediato, deslocaram-se ao local do impacto as forças especiais das SS, acompanhadas por vários cientistas alemães, entre eles WEHRNER HEISENBERG e MAX VON LAUE (que integraram anos depois, uma equipa de físicos que investigaram, a energia nuclear na Alemanha durante a II Grande Guerra ). Os destroços do OVNI foram recolhidos e transportados sob fortes medidas de segurança, para local desconhecido.

evabraun.jpg (7096 bytes) EVA BRAUN

Face a documentos das SS e que foram recolhidos pelos Aliados no final da II Guerra Mundial, e só agora disponibilizados, constatou-se que entre 1937 e 1938 os alemães construiram em tempo recorde imensas galerias subterrâneas destinadas ao fabrico de “máquinas voadoras desconhecidas” conforme pode constatar-se nas imagens que a seguir transcrevo:

VRILa7a.jpg (5701 bytes)   VRILa7.jpg (6810 bytes)VRILa7b.jpg (6953 bytes)

Subterrâneos como, este foram construídos para fabricar “estranhas máquinas voadoras (vulgo VRIL), tendo sido, anos mais tarde, utilizados para construir as bombas V-1 e V-2 que nada tinham a ver com os VRIL

base1b_VRIL.jpg (15522 bytes) 

Os imensos túneis e galerias são bastante notórios conforme pode constatar-se neste troço de projecto:

Ainda em 1938, a sociedade VRIL, acelera os estudos para o fabrico da máquina voadora antigravitacional,  ordenando ainda, que navios alemães desembarquem homens e equipamento numa parte do território da Antártida, instalando aí uma “base científica”, reclamando para a Alemanha a “fatia” daquele território até então “gerida” pela Noruega…

-  IV  -

OS VRIL, OS RFZ  E OS HAUNEBU

Entretanto, diversos projectos foram elaborados e, posterirmente, construídos e cujas características eram impressionantes:

Por exemplo, em Agosto de 1939 o RFZ 5  no seu 1º voo efectuado na Antártida em NEU-SCHABENLAND atingiu a velocidade de 4.500 Km/h e, pouco depois, 15.000 Km/h. Estava equipado com 2 armas (laser negro, também conhecido desde então como o “raio da morte”) KSK- KRAFTSTRAHL KANOEN de 6 cm;

Anos mais tarde, o HAUNEBU II, com cerca de 26 ou 32 metros de diâmetro, consoante o modelo, e entre 9 e 11 de altura, atingia a velocidade máxima, junto ao solo, de 6.000 Km/h, com uma autonomia de 55 horas e com capacidade para transportar 20 pessoas;

O HAUNEBU III, com cerca de 70 metros de diâmentro, voava a 7.000 Km/h, próximo do solo podendo atingir os 40.000 Km/h a 24.000 metros de altitude, tendo uma autonomia para 8 semanas em voo, transportando 32 pessoas.

Já o VRIL 7, que fez o seu primeiro voo sobre o mar Báltico, no Inverno de 1944, tinha cerca de 120 metros de diâmetro, como iremos ver mais à frente.

redblue.gif (3488 bytes)

Diversos foram os projectos encontrados pelos Aliados nos arquivos das SS, quando ocuparam Berlim em 1945:

VRILa25.jpg (7179 bytes) VRILa30a.jpg (5596 bytes)

Projeto_VRILa1a80.jpg (3528 bytes)

A princípio, os tecnicos alemães pensaram em aplicar nestas “máquinas voadoras” armamento “convencional”, instalando canhões de tanques “Panzer”

Projeto_HAUNEBU2a85.jpg (37193 bytes)

VRILa30b.jpg (3165 bytes)

VRILa2a.jpg (4374 bytes)

VRILa1.jpg (4105 bytes) seta.gif (13220 bytes) VRILa2.jpg (3402 bytes)

VRIL_arma1.jpg (3788 bytes)

Porém, acabaram por desistir da ideia uma vez que, em voo, as naves tornavam-se muito instáveis  com este armamento convencional.

VRILa13.jpg (3762 bytes)   VRILa3.jpg (4004 bytes)

A evolução dos VRIL e dos HAUNEBU foi extremamente rápida graças aos elementos colhidos na Floresta Negra e em Gdynia e a construção de protótipos continuou…

Projeto_HAUNEBU1c90.jpg (34678 bytes)

-  V  -

UMA BASE SUBTERRÂNEA NA ANTÁRCTIDA

Paralelamente, enquanto os cientistas germânicos aperfeiçoavam os VRIL, os HAUNEBU, e os RFZ , outros acontecimentos deveras “estranhos” sucederam-se em catadupla a partir de 1938.

Mas principiemos por esta parte da história do século XX, parcialmente desconhecida, e que envolveu directamente Portugal.

Um dos grandes problemas que se depararam no século XX, a seguir à I Grande Guerra de 1914-1918, foi o transporte de correio entre a Europa e as Américas. Já então, nos anos 20, duas empresas disputavam o transporte de correspondência através do Atlântico: a Pan American Airwais, norte-americana, e a Lufthansa, alemã.

Como as viagens eram longas e ainda por cima, sobre o vasto oceano,  colocavam-se problemas logísticos de reabastecimento e manutenção, aos aviões das duas companhias, que acabaram por optar em utilizar hidroaviões, que, por via regra, faziam do arquipélago dos Açores o ponto de escala.

De difícil amaragem no mar dos Açores, os alemães conseguiram de forma engenhosa ultrapassar o problema que se lhes deparava, com baixos custos: a utilização de navios-catapulta, que percorriam o Atlântico, lançando os aviões em direcção às costas continentais, quando a sua autonomia o permitia. Por norma, e por se encontrar bem situado, o arquipélago dos Açores, tornou-se o ponto de escala e de recolha dos aviões, no seu retorno. Utilizando uma longa faixa de tela “arrastada” por navios alemães, esta acabava por reduzir a ondulação existente no mar,  o que facilitava a amaragem dos hidroaviões da Lufthansa.

Alguns navios-catapulta tornaram-se famosos; entre eles destaco o BREMEN, o WESTFALEN e o SCHWAABENLAND. Este último, construído em 1925, lançava hidroaviões de 14 toneladas a 150 Km/hora.

O SCHWAABENLAND era um navio moderno, bem equipado, com sistemas sofisticados de  comunicações e com uma excelente estação meteorológica. As suas bases operacionais eram ora a Horta, ora o Faial.

schabenl1.jpg (9485 bytes)

Em 24 de Maio de 1939, o navio foi visitado pelo irmão do presidente norte-americano Roosevelt. Nesse mesmo dia, o comandante do navio, com ordem expressa de Berlim, parte dos Açores para a Alemanha onde, após uma rápida e eficaz reparação, dirige-se para a Antarctida, no hemisfério Sul. A sua missão é a de ocupar e demarcar uma parcela de território daquele continente com cerca de 600.000 Km quadrados, reclamando essa àrea como possessão alemã, a que denominaram NEU-SCHABENLAND (Nova Suévia).

neu-schwabenland.jpg (81008 bytes)Este mapa, não pode, actualmente, ser exibido na Alemanha…e a sua posse pode levar à prisão

A questão já foi levantada no parlamento da República Federal, uma vez que não há qualquer lei que o proiba ! ! !

antarc38.jpg (43587 bytes)Território ocupado pela Alemanha a partir de 1938 na Antárctida, a que designaram NEU-SCHABENLAND 

schabenl2.jpg (7110 bytes)antarc24.jpg (6508 bytes)  antarc25.jpg (5554 bytes)

A chegada dos nazis à Antárctida é acompanhada pela “posse” de 600.000 Km2 com a “marcação” do território ocupado através de arpões lançados de hidroaviões

Uma das pessoas que integrou esta expedição à Antárctida foi HELMUT WOHLTHAT, principal conselheiro de GOERING (Chefe do Estado Maior da Força Aérea Alemã, e que  era elemento de cúpula da sociedadeVRIL).HELMUT WOHLTHAT, elaborou um extenso relatório desta expedição à Antárctida entregando-o pessoalmente a GOEING em 9 de Maio de 1938.

Em Outubro de 1939 (cerca de um mês após o início da II Guerra Mundial) o navio SCHABENLAND é entregue à LUFTWAFFE (Força Aérea Alemã); e em 17 de Dezembro de 1939,  parte de novo da Alemanha, do porto de Hamburgo, em direcção à Antárctida, “apinhado” de cientístas e de equipamento, para ali instalarem uma “base”. Passando por Portugal, com destino ao hemisfério Sul, o navio transportava também aviões lançadores de arpões para efectuarem “marcações” da àrea ocupada, na Antárctida…

Regressado a Hamburgo em 11 de Abril de 1940, o SCHABENLAND e respectiva tripulação foram recebidos como heróis da Alemanha.

Em Agosto de 1942, o navio é transferido para uma base na Noruega (já ocupada pela Alemanha), acompanhado de uma escolta de 24 navios de guerra. Durante cerca de ano e meio ninguém soube do seu “paradeiro” e não foi possível encontrar quaisquer registos sobre a sua localização.

Há que ter em atenção que, parte do território ocupado pelos alemães na Antárctida, estava “atribuído”, para fins científicos pela sociedade das Nações, à Noruega.

Em 19 de Maio de 1943 as forças aliadas suspeitavam já que algo de estranho se passava na “base” alemã da Antárctida dada a grande “movimentação” de submarinos em  direcção ao Atlântico Sul. O presidente norte-americano Roosevelt chega mesmo a dar a conhecer numa missiva ao presidente do Brasil, enviada através do seu embaixador, que o presidente do conselho português, Dr. Salazar, não dá a anuência para a instalação de uma base aérea norte-americana nos Açores, porque os alemães preparam-se para instalar no arquipélago uma base de submarinos, uma vez que, com frequência ali faziam escala, conforme se constata no documento que seguidamente se transcreve parcialmente:        

uboat.jpg (34697 bytes)

uboat_acores6.jpg (3712 bytes)

Submarinos U-Boat nos Açores

 

Esta situação fez com que os estados-maiores inglês e norte-americano estivessem a preparar uma operação para “ocupar” temporariamente os arquipélagos das Canárias e de Cabo Verde.

Em 23 de Maio de 1944, num documento dos serviços de inteligência, era assinalado que “Salazar continua a jogar com o tempo” antes de dar uma resposta ao pedido formulado pelos norte-americanos.

uboat_acores5.jpg (16069 bytes)

uboat_antarct.jpg (4324 bytes)

Submarinos U-Boat na Antárctida em 1943

-  VI  -

O VRILE O ANDROMEDA

Uma das máquinas “mais perfeitas” fabricadas pela sociedade VRIL durante a II Guerra Mundial foi o VRIL 7, um grande objecto em forma de disco, muito semelhante ao HAUNEBU III, mas com cerca de 120 metros de diâmetro. O primeiro teste com o VRIL 7 foi feito sobre o mar Bático no Inverno de 1944.

Na imagem seguinte, o HAUNEBU II:

vril7a1.jpg (3004 bytes)

Algumas imagens do VRIL 7 e do VRIL 6:

vril7a5.jpg (2940 bytes)   vril7a6.jpg (2558 bytes)

vril7a9.jpg (3566 bytes)

Alguns pormenores da parte inferior do VRIL 7:

vril7a3.jpg (4773 bytes)

vril7a4.jpg (4050 bytes)    vril7a7.jpg (3232 bytes)

vril7a8.jpg (4399 bytes)

 

Pormenor da parte inferior do RFZ 5:

vril7a2.jpg (3997 bytes)

 

Em seguida, temos uma imagem de parte do projecto do HAUNEBU III:

Projeto_HAUNEBU3a85.jpg (31706 bytes)

 

Vejamos agora, uma imagem de parte do projecto do ANDROMEDA uma espécie de “charuto voador” transportador de varios tipos de objectos:

Projeto_ANDROM1a85.jpg (41070 bytes)

-  VII  -

UMA BATALHA NO ATLÂNTICO COM 128 SUBMARINOS

 

Em documentos a que tive acesso, mas que não tenho elementos suficientes que possam comprovar a sua autenticidade, constatei que uma semana antes da rendição alemã na 2ª Guerra Mundial, o comandante da “esquadra” de submarinos alemães, Almirante Doenitz, afirmava que nunca se renderia aos Aliados.

Partindo dos portos do mar Báltico com cerca de 128 submarinos U-Boat das séries 21 e 23  com destino ao Atlântico Sul, levando consigo numerosos cientístas e equipamento. No percurso inicial, dirigiu-se em direcção às Ilhas Faeroer, atravessando o “canal” entre estas e a Islândia, em direcção ao Sul. Os serviços de informações Aliados conseguiram descobrir esta manobra e Doenitz, e uma esquadra de vários navios de guerra norte-americanos “aguardava” pelos submarinos. Segundo informações que consegui ter acesso, mas sujeitas a mais confirmações, uma grande batalha naval ocorreu na zona envolvente entre as Faeroer e a Islândia, na qual os submarinos não tiveram baixas e em que alguns deles fizeram uso de armas KSK – KRAFTSTRAHL KANONEN (as mesmas que foram instaladas nos VRIL) tendo causado “grandes estragos” na esquadra aliada.

Destes 128 submarinos, um deles transportava os embaixadores do Japão sediados na Alemanha.

Depois desta batalha e enquanto dirigiam-se para o território da Antárctida, o almirante Doenitz terá ordenado uma alteração de percurso a 3 dos 128 submarinos  tendo:

uboat_atlant.jpg (3251 bytes)Submarino alemão no Atlântico

O primeiro, dirigido-se a Portugal transportando documentos secretos a serem entregues ao Dr. Salazar, então presidente do Conselho. Após atingir a costa portuguesa, este submarino foi afundado próximo do porto de Leixões, pelos próprios tripulantes. O destino foi traçado para Leixões uma vez que  Lisboa era, na época, o maior centro de espionagem da Europa.

O segundo submarino dirigiu-se à Terra do Fogo, na América do Sul, para dar instruções (?) a uma colónia de refugiados alemães em fuga à invasão Aliada na Europa.

Quanto ao terceiro submarino,   dirigiu-se para os… Estados Unidos ! Este submarino, transportava dentro de algumas câmaras de torpedos, contentores com planos de aviões projectados e fabricados na Alemanha até 1945. Friso que eram apenas planos de aviões !   

Estes documentos foram “desclassificados” há poucos anos,  alguns dos quais irei transcrever a seguir

 

-  VIII  -

DOCUMENTOS SECRETOS ENTREGUES POR DOENITZ AOS NORTE-AMERICANOS

(Qualquer semelhança com a actualidade, não é pura coincidência)

 

Alguns dos documentos transportados para os Estados Unidos por um U-Boat, por ordem do Alm. Doenitz, são bastante curiosos. Tratam-se de planos completos de aviões “topo de gama” produzidos pelos cientistas alemães durante a guerra de 1939-45.

Chamo a atenção para o facto de poder constatar-se que, desde então,  a aviação pouco evoluíu.

Julgo mesmo que a maior parte dos aviões a jacto e helicópteros, construídos e conhecidos até à presente data, parecem basear-se nos projectos entregues em 1945 pelos alemãaes aos norte-americanos  (nomeadamente o F-117, o B-2, entre muitos outros). 

 

ARADO_AR_234b_.jpg (4296 bytes)   ARADO_AR_234a_.jpg (4406 bytes)Arado Ar 65

(Ano: DEZ 1941 Veloc.: 900 Km/h; Altitude: 12.000 m; Motores: Heinkel He 109)

 

FW_VORSCHLAG_70.jpg (6165 bytes)   FW_VORSCHLAG_a70.jpg (7303 bytes)Focke-Wulf Vorschlag 1

(Ano: DEZ 1942 Veloc.: 930 Km/h; Altitude: 13.600 m; Motores: BMW P 3302)

 

HENSCHEL_HS_P75_70.jpg (9008 bytes)HENSCHEL_HS_P75_a70.jpg (8905 bytes)

Henschel HS P 75

(Ano: 1941 Veloc.: 790 Km/h; Altitude: 12.000 m; Motores: Daimler Benz DB 613 A/B)

 

HENSCHEL_HS_P135_70.jpg (6101 bytes)HENSCHEL_HS_P135a70.jpg (12217 bytes)

Henschel HS P 135

(Ano: FEV 1945 Veloc.: 984 Km/h; Altitude: 14.000 m; Motores: Heinkel He S 011)

BV_P20803_70.jpg (3078 bytes)BV_P20803_a70.jpg (5356 bytes)

Blohm Voss BV P208/3

(Ano: NOV 1944 Veloc.: 790 Km/h; Altitude: 11.400 m; Motores: Daimler Benz DB 603)

 

junkers_ju_ef_128_70.jpg (5228 bytes)junkers_ju_ef_128a70.jpg (8782 bytes)

Junkers Ju EF 128

(Ano: FEV 1945  Veloc.: 990 Km/h; Altitude: 13.700 m; Motores: Heinkel He S 011)

 

GO_P60_C_70.jpg (3792 bytes)GO_P60_C_a70.jpg (10061 bytes)

Gotha Go P60 C

(Ano: FEV 1945  Veloc.: 930 Km/h; Altitude: 13.300 m; Motores: Heinkel He S 011)

HORTEN_HIX70.jpg (4655 bytes)HORTEN_HIX_b70.jpg (6526 bytes)

a4.jpg (11063 bytes)

Horten HIX

(Ano: MAR 1945 Veloc.: 950 Km/h; Altitude: 16.000 m; Motores: Junkers Jumo   004 B-2)

GOTHA_P60_70.jpg (5513 bytes)GOTHA_P60_a70.jpg (11024 bytes)

GOTHA_P60_b70.jpg (18432 bytes)

Gotha P 60

( Ano: JAN 1945   Veloc.: 915 Km/h; Altitude: 12.500 m; Motores: BMW 003 )

 

HORTEN_XIIIb_70.jpg (3170 bytes)

Horten XIIIb

( Ano: 1944   Veloc.: 1200 Km/h; Altitude: 15.000 m; Motor: Heinkel He S 011 A-0 )

Estes foram alguns dos 150 modelos diferentes de aviões a que tive acesso à consulta.

O interlocutor que facilitou-me o acesso a estes elementos, confidenciou-me que julgava saber qual a razão porque foram entregues estes documentos aos Aliados.

Disse-me ele, que comparava esta atitude com a da oferta de um “brinquedo velho”,   já inútil (um avião a jacto), de uma criança abastada, a uma criança que pouco ou nada tem, uma vez que aquela já possuía um novo e mais sofisticado brinquedo,  o VRIL, um transportador antigravitacional !  E acrescentou: “…Enquanto brincam com um, não pensam no outro !” 

Mas os Aliados, sabiam da existência da “colónia” alemã na Antárctida e, a partir de 1946, tentaram proceder à sua ocupação…

-  IX  -

 

RICHARD BYRD E O ATAQUE TOTAL À ANTÁRCTIDA

Com efeito a partir de 1946, uma vez que a situação mundial parecia estar a ficar “regularizada”, tendo terminado os horrores da II Guerra Mundial, o potencial norte-americano veio ao de cima, tentando desalojar os elementos instalados na base alemã de  NEU-SCHABENLAND , na Antárctida.

Várias missões foram enviadas para aquele continente; no entanto, sofreram bastantes baixas; vários aviões de reconhecimento, enviados para fotografar a àrea em questão acabaram por ser abatidos.

Indignados com os fracassos, os altos comandos militares chamaram o homem mais experiente em voos polares: o almirante Richard Byrd. Este homem já tinha feito várias viagens aéreas ao polo Norte e ao polo Sul no final dos anos 20 e 30 organizando e participando em várias missões aéreas às zonas máis gélidas do planeta terra em 1929,  1934 e 1939.          

rbyrd20.jpg (4646 bytes)

Almirante Richard Byrd

Richard Byrd preparou então, em 1946, a primeira operação para a tomada deNEU-SCHABENLAND a qual envolvia várias forças especiais tendo esta “movimentação” de forças militares sido designada por

“Operation Highjump”.

O plano era: entravam pelo região oposta a NEU-SCHBENLAND    atravessando todo o território antárctico, em direcção ao objectivo:

antart46.jpg (11496 bytes)   antart46b.jpg (9252 bytes)     

Operation Highjump na Antárctida

Esta operação combinada com forças aeronavais era constituída por:

um quebra-gelos o HORTHWIND;

dois navios cisterna, o CAPACAN e o CANISTED;

dois porta-aviões, o PHILIPPINES SEA e o CURRITUCK;

dois navios de apoio
o YANKEE e o MERRICK;

duas fragatas, o HENDERSON e o BROWNSEN;

um submarino, o SENNET; e

um navio-catapulta, o PINE-ISLAND;

6500 homens (norte-americanos, ingleses e sovieticos)

Desta operação sabe-se apenas resultou uma retirada “forçada” com cerca de 1500 baixas em homens e material. De regresso aos Estados Unidos, passando pelo Chile, Richard Byrd afirmou, em conferencia de imprensa, em 5 de Março de 1947, que a maior ameaça vinha agora do polo Sul, pois tinham-se deparado com aeronaves que podiam voar a velocidades impressionantes de uma extremidade à outra da terra.

Nos Estados Unidos foi difícil justificar à opinião pública o número elevado de mortos na Antárctida, mas o assunto foi “publicamente” encerrado. Os militares alcunharam esta operação como a GUERRA DOS PINGUINS( PENGUIN WAR ), uma vez que o governo federal dizia que naquele território apenas existiam pinguins.

Em 8 de Janeiro de 1956, vários cientistas de uma expedição científica chilena  naquele continente, puderam observar durante várias horas objectos voadores não identificados em forma de charuto e de disco a evolucionarem no céu na região de Weddell Sea.

Nesse mesmo ano de 1956, nova operação militar foi tentada pelos norte-americanos:

antarctida4.jpg (11836 bytes)

Operation Deepfreeze

e os resultados foram mais devastadores que a anterior, tendo os norte americanos retirado em Maio de 1958, para, de seguida, em 27 de Agosto e 9 de Setembro desse mesmo ano a Africa do Sul detectar duas explosões nucleares na região de NEU-SCHBENLAND sendo uma subterrânea e outra à superfície. O resultado foi o protesto violento de diversos países que exigiram o fim das explosões nucleares na Antárctica. O resultado foi a assinatura de um tratado de não utilização de armas nucleares naquele território, até ao ano 2.000 !!!

Neste momento todas as questões que rodeiam a Antárctida, as expedições que lá se encontram, e os trabalhos que desenvolvem,parecem ser mais ou menos sigilosos. Mas, às vezes, com um pouco de sorte ainda podemos descortinar uma ponta do véu. Há pouco tempo li um e-mail curioso (que dá que pensar) endereçado por um departamento norte-americano e que transcrevo na íntegra:

BB@www.bb.gov.mil (Brother Blue) wrote:

>On 9 Feb 1999 18:44:45 GMT, “Art Wholeflaffer A. S. A. “

><smcqueen@cyberhighway.net> wrote:>>>Ozone Hole is Largerst Ever>>

>>The seasonal hole in the ozone layer over Antarctica reached record proportions in

>>September, according to a report by the World Meteorological Organization (WMO).

>>I think the guvmint used HAARP to slice this whole in the ozone layer

>just so we could not look up to see all the UFOs.

>>Don’t you?

>They found HAARP wasn’t strong enough.They used PIANNO.No doubt Jack the Ripper excused himself on the grounds that it was human nature.

  

 

Posted in Cientifica

Os comentários estão fechados.